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Fornos

Fabricamos e vendemos uma grande variedade de fornos de lenha. Fornos fabricados com a máxima qualidade e materiais de primeira qualidade. Desde a escolha do melhores tijolos refractários, o cimento na quantidade certa, as portas metálicas, etc. Tudo é bem seleccionado para proporcionar aos nossos clientes um produto de qualidade. O empenho humano nos acabamentos e isolamento do forno é também uma preocupação. Por isso é que garantimos essa qualidade nos nossos fornos, que depois na sua companhia vão fazer uma vida muita activa a cozer pão ou pizzas, a participar duma forma envolvente na confecção de pratos deliciosos e por isso proporcionar a satisfação total de quem aposta em nós.
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A JVP Fabrica de churrasqueiras e fornos de José Vigário Pereira, fabrica em Portugal uma vasta variedade de churrasqueiras em tijolo refractário. Claro que não é só o tijolo, o cimento, o ferro, etc. que fazem estas nossas churrasqueiras de tijolos. O empenho é máximo para fabricar um produto tradicional mas com muita qualidade. Tanto ao nível dos materiais utilizados, bem como dos acabamentos, a nossa fábrica orgulha-se de prestar um bom serviço aos clientes que optam pelos nossos produtos. A empresa tem já uma vasta experiencia em fabrico de churrasqueiras de tijolos e fornos, que tem ido para todo o lado, dentro e fora do país, e queremos continuar esta linha de atuação. Para tal, vamos continuar sempre a escolher as melhores matérias primas, mas também um controlo sobre o preço final para que o produto final não sai da fábrica com um preço alto. Qualidade e preço sempre bem balanceados. Os nossos clientes vão poder usufruir de boas churrasqueiras ao melhor preço, e aproveitá-las na confecção de bons churrascos.
Os seus grelhados no carvão são uma realidade dentro e fora do verão.

 

FORNO (wikipedia)

Um forno é uma construção ou aparelho que se pode fechar e conservar calor em altas temperaturas, para assar (ou “cozer”) pão, bolos ou outro tipo de alimento, para secar peixe ou carne (neste caso, em temperaturas mais baixas), ou ainda para “cozer” o barro ou o vidro ou para a transformação de minérios ou metais em alto-fornos de indústrias e manufaturas. Há relatos de que em 181 a.c os povos que se sedentarizavam começavam a construir fornos diante das necessidades. No começo usavam argila retirada do fundo dos rios para isolar lateralmente o fogo para que não se apagasse. O alimento era precariamente posto entre a lenha para assar por não saberem como suspender o mesmo. Com o tempo foram aprendendo a esculpir e manipular pedras usadas nos fornos que se modernizavam.

Tipos de forno

Independentemente de que a transmissão de calor se realize por esta ou aquela via, os fornos se classificam segundo a função que desempenham. Dada a enorme diferença de potência térmica entre os grandes fornos empregados nas transformações metalúrgicas (altos-fornos) e os pequenos fornos domésticos, são determinantes as distinções entre suas especificações térmicas.

Em metalurgia podem ser empregados, entre outros, fornos de arco, em que se aproveita o calor produzido pela passagem de uma corrente elétrica entre dois eletrodos; fornos de indução, em que se induzem fortes campos eletromagnéticos; e fornos de cúpula ou integrados por uma câmara aquecida externamente, cujas paredes transmitem ao conteúdo energia térmica por meio de radiação.

Os fornos empregados em metalurgia e siderurgia dividem-se em três categorias: aqueles em que o material tratado está em contato direto com o combustível; aqueles em que esse contato é indireto; e aqueles em que são os produtos da combustão que entram em contato com a carga. Neste último grupo enquadra-se o forno de reverberação, um dos modelos mais utilizados, em que o calor se transmite pela queima do combustível num espaço situado entre a carga e o teto baixo. Esse tipo de forno aplica-se muito à fundição de metais.

O tipo mais comum de alto-forno, dispositivo usado para transformar minério de ferro em gusa (ferro fundido que, refinado, se transforma em aço), é o forno Siemens-Martin. Seu funcionamento baseia-se na recuperação de parte do calor dos produtos de combustão que saem pela chaminé, o que permite elevar a temperatura e, em consequência, o rendimento. Para isso, os gases, antes de saírem pela chaminé, são mantidos em circulação numa câmara de paredes refratárias aletadas que absorvem o calor a ser aproveitado depois. Quando tais gases passam para uma segunda câmara, uma massa de ar denominado comburente absorve o calor emitido.

A indústria alimentícia, especialmente a de panificação, emprega fornos de vários tipos, entre os quais se distinguem alguns muito simples, como os que utilizam lenha, e outros de grande complexidade, em que se automatiza o processo de carga e descarga do forno por meio de esteiras rolantes, bandejas giratórias ou transportáveis etc.

Forno comunitário
Entre os fornos domésticos, os mais usuais e econômicos se servem de queimadores de gás. Os fornos elétricos, são úteis para aquecimento rápido de alimentos. Modernamente, se popularizaram os fornos de micro-ondas, capazes de aquecer ou assar muito rapidamente os alimentos, mesmo congelados, quase sem esquentar os recipientes que os contêm. O funcionamento desses fornos baseia-se no aproveitamento da energia gerada pelas ondas eletromagnéticas de frequências compreendidas entre 1 e 100 giga-hertz.

Culinária

As primeiras fôrmas de assar foram desenvolvidas pelos egípcios. Um forno em forma de cone, com interior aquecido em brasa, fazia com que massas moles, achatadas, colocadas aderentes às suas paredes externas atingissem o ponto em que poderia ser consumidas (assadas). Aos poucos, o equipamento evoluiu, até tomar características que se aproximam muito do forno que utilizamos atualmente.

O forno de pão tradicional é geralmente uma construção em barro ou tijolos com uma base lisa onde primeiro se coloca lenha que se deixa arder para o aquecer; quando o forno já está à temperatura adequada, encostam-se as brasas a um canto, limpa-se bem a superfície e coloca-se aí o que se quer assar (pão, bolos, pizza, carne ou peixe). Atualmente os fornos indústriais de pão são aquecidos a electricidade ou algum combustível derivado do petróleo.

O forno doméstico de cozinha pode estar embutido no fogão e ser aquecido a lenha, carvão, gás ou eletricidade, ou pode estar isolado da parte do fogão onde se encontram as bocas ou placas para os restantes tipos de confecção de alimentos. Modernamente, o forno doméstico vem equipado com um regulador de temperatura, por vezes mesmo um termómetro, iluminação, pode ter um grelhador e mesmo um cronómetro que o desliga no tempo que o cozinheiro determinar.

Para certas preparações culinárias, o forno pode ser parcialmente aberto, para deixar sair fumos, vapor ou excesso de calor.

Princípios da transmissão de calor

O intercâmbio térmico no forno deve-se produzir mediante algum dos procedimentos estudados pela física como transmissores de calor, empregado isoladamente ou em combinação com outros. Do ponto de vista termodinâmico, a condução, a convecção e a radiação são os fenômenos pelos quais um corpo quente cede parte de seu calor a outro mais frio. Também se pode transmitir calor por meio de campos eletromagnéticos, como ocorre nos fornos de indução.

No fluxo térmico que ocorre num forno, condução é a transmissão de calor entre sólidos e líquidos com superfície de contato. Essa transmissão é proporcional à diferença de temperatura entre os dois meios em contato e à superfície que eles têm em comum. A convecção, por sua vez, é a transmissão de calor entre líquidos e gases em circulação. Se a corrente de ar, gás ou líquido for provocada por um ventilador, uma bomba ou qualquer outro mecanismo, diz-se que a convecção é forçada.

A convecção natural deve-se a correntes provocadas unicamente pela diferença de densidades entre fluidos a temperaturas distintas. A radiação, finalmente, é a transmissão de calor por ondas eletromagnéticas, geralmente dentro do espectro do infravermelho, e sua intensidade é proporcional à diferença das quartas potências das temperaturas absolutas entre os corpos radiante e irradiado, segundo a lei física conhecida como lei de Boltzmann.

 

História da Pizza

A história da pizza começou com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os primeiros foram os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.

Ao contrário do conhecimento popular e do fato ser considerada tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5 000 anos. A massa era chamada de “pão de abraão”, era muito parecida com os pães árabes atuais e recebia o nome de piscea.

Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e, por causa das cruzadas, essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo, em seguida, incrementada, dando origem à pizza que conhecemos hoje.

No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva, comuns no cotidiano da região, eram os ingredientes típicos da pizza. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado à Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época, a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um calzone.

A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surgiu o termo picea, na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. “Picea” indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava “matar a fome”, principalmente a da parte mais pobre da população. Normalmente, a massa de pão recebia, como sua cobertura, toucinho, peixes fritos e queijo.

A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria de que se tem notícia, a Port’Alba, ponto de encontro de artistas famosos da época tais como Alexandre Dumas, que, inclusive, citou variações de pizzas em suas obras.

Chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e, hoje, pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se, logo em seguida, parte da cultura deste país. Desde 1985, comemora-se o dia da pizza no dia 10 de julho.

Foi no Brás, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas’ começaram a ser comercializadas no Brasil. Segundo consta no livro Retalhos da Velha São Paulo, escrito por Geraldo Sesso Jr., o napolitano Carmino Corvino, o dom Carmenielo, dono da já extinta Cantina Santa Genoveva, instalada na esquina da Avenida Rangel Pestana com a Rua Monsenhor Anacleto, inaugurada em 1910, passou a oferecer as primeiras pizzas da cidade.

Aos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de São Paulo, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e até mesmo criativas. No princípio, seguindo a tradição italiana, as de muçarela e anchova eram as mais presentes, mas, à medida que hortaliças e embutidos tornavam-se mais acessíveis no país, a criatividade dos brasileiros fez surgir as mais diversas pizzas.

A verdadeira Pizza Napolitana

Em 1982, foi fundada, em Nápoles, na Itália, por Antonio Pace, a Associação da Verdadeira Pizza Napolitana, (Associazione Verace Pizza Napoletana, em italiano) com a missão de promover a culinária e a tradição da pizza napolitana, defendendo, até com certo purismo, a sua cultura, resguardando-a contra a “miscigenação” cultural que sofre a sua receita. Com estatuto preciso, normatiza as suas principais características.

A associação age fortemente na Itália para que a pizza napolitana seja reconhecida pelo governo como “DOC” (di origine controllata, Denominação de Origem Controlada em português). Em 2004, um projecto de lei foi enviado ao parlamento, com o intuito de regulamentar, por lei, as verdadeiras características da pizza napolitana. O “DOC” é uma designação que regulamenta produtos regionais, tais como os famosos vinhos portugueses.

Além disso, a pizza napolitana está, desde Dezembro de 2009, protegida pela Comissão Europeia, junto com mais 44 produtos que têm o selo de “Especialidade Tradicional Garantida” (Specialità Tradizionale Garantita – STG).

Segundo a associação, a Verace Pizza Napolitana deve ser confeccionada com farinha, fermento natural ou levedura de cerveja, água e sal. A pizza deve ser, ainda, trabalhada somente com as mãos ou por alguns misturadores devidamente aprovados por um comitê da organização. Depois de descansar, a massa deve ser esticada com as mãos, sem o uso de rolo ou equipamento mecânico. Na hora de assar, a pizza deve ser colocada em forno a lenha (somente), a 485°C, sendo que, sobre a superfície do forno, não deve ser colocado nenhum outro utensílio.

A variedade de coberturas é reconhecida pela organização, porém devem ter a sua aprovação, estando em conformidade com as tradições napolitanas e não contrastando com nenhuma regra gastronômica. Algumas coberturas são tidas como tradicionais, sendo elas (respeitando seus nomes italianos):

Marinara (Napolitana): tomate, azeite de oliva, orégano (orégão) e alho.
Margherita: tomate, azeite de oliva, queijo mozzarella e manjericão.
Ripieno (Calzone), uma pizza recheada: queijo ricota, queijo mozzarella especial, azeite de oliva e salame.
Formaggio e Pomodoro: tomate, azeite de oliva e queijo parmesão ralado.
Quando degustada, a pizza deve apresentar-se macia, bem assada, suave, elástica, fácil de ser dobrada pela metade. As bordas elevadas devem ser douradas”. O gosto da massa deve ser de pão bem fermentado, misturado ao sabor ácido do tomate, aroma de alho, orégano, manjericão.

A pizza deve ser obrigatoriamente redonda, não podendo o seu diâmetro ser maior do que trinta e cinco centímetros. Outra medida, a espessura no centro do disco, não deve ser maior do que cinco milímetros, e a borda não pode ser maior do que dois centímetros.

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